domingo, 3 de junho de 2012

O que não pode faltar no verão

Ora no meu verão não pode faltar a bela bola de berlim na praia. Aliás é onde me sabe bem o creme... o açúcar... o lamber os dedos quando se acaba.
E se for comprada à D. Graça na praia de Carcavelos é literalmente o manjar dos deuses...

sábado, 2 de junho de 2012

O Verão numa cor

E no segundo dia do desafio eis que temos a cor... a cor esse terreno que durante tempos foi um terreno para mim dificil de desbravar.
Era e ainda sou confesso a mulher do preto, mas gosto de ver nos outros seja de Verão ou Inverno cores quentes.
No Verão não podia deixar de adorar o dourado, seja ele reflectido:
 Na beleza de um pôr de sol no fim de um dia quente. Como,
Na maquilhagem de um sedutor olhar de uma pele bronzeada...
(confesso aliás que adoro ver em mim quando perco este meu ar de lula que o ruivo me traz... a sorte é que a pele bronzeia rápido e o bronzeado gosta de mim e fica por um tempo)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O verão da minha infância

Ora e começamos o desafio, o primeiro em que me aventuro, no dia da criança... e verdade seja dita enquanto houver país nas nossas vidas e independentemente da idade que tenhamos todos somos ainda crianças. E é tão bom sê-lo.
O verão da minha infância, poderia passar horas a falar dele.
Sou uma sortuda porque vivendo como vivi os meus primeiros anos em África tinha Verão 12 meses do ano (será por isso que gosto tanto do Inverno?), mas a verdade é mesmo essa. Nas férias que passava lá e era Inverno por cá era a altura máxima do calor. E nas férias grandes (as verdadeiras de verão) embora fosse Inverno por lá estava calor por aqui.
Do que recordo com mais carinho?
Da azafama de sexta-feira para passar o fim-de-semana na praia. Juntávamos casais amigos e levávamos tudo para a praia. Desde de batatas pala-pala (caseiras), a salgados, bolos, bebidas, comida (chegamos a fazer batatas fritas e caldeiradas na praia). Os jogos... o por-do-sol... a água quente nas noites de lua cheia que desenvolveram em mim o gosto de nadar nua...o chegar a casa mais cansada do que quando saíamos... e o desejo que ela passa-se rápido para voltar para lá.
Tínhamos cabanas feitas de folhas de bananeira, com quarto, cozinha e sala como eu dizia. Ninguém dormia mas a verdade era que não havia sono apenas companheirismo de umas horas passadas longe de tudo.
(Morro dos Veados - Luanda)
Depois de regresso a este meu país que amo, recordo as férias do Algarve e saída para a Ilha da Fuzeta... que é de facto um paraíso por aquelas bandas. Água límpida... longos areais sem viva alma onde por momentos dava para imaginar como seria a vida nos primórdios sem televisão, telemóveis ou transito.
  (Ilha da Fuzeta - Algarve)
Ou então o retiro delicioso para a Serra da Estrela em plena época baixa onde o sol reflectido nas suas pedras despidas dos brancos da neve parecia reflectir o luminoso brilho de centenas de cristais... e as tarde na piscina solitária do hotel que me permitiam vaguear em pensamentos românticos de príncipes encantados, magos poderosos e sacerdotisas.
(Hotel Camelo - Seia)
Mas mais que isso? Recordo um fim de tarde, com a pele morna na água fria onde me encontrei com eles. Sem barreiras de vidro ou tratadores que os obriga a artes amestradas de saltos...onde eram apenas eles. Afáveis, carinhos e únicos.