segunda-feira, 28 de março de 2011

Censos 2011

Já muito ouvi dizer sobre este "fascinante" questionário... já bastante pensei a respeito dele... nunca pensei confesso que fosse tão ridículo.
Andava já há algum a tempo decidir-me a responder ao bicho, confesso que a vontade era pouca pois detesto esta curiosidade mórbida que assaltou o nosso governo de algum tempo para cá. Mas como já ouvi falar em multas por falta de preenchimento decidi hoje agarrar o touro pelos cornos, inspirei profundamente para conseguir alguma serenidade, pois imaginei que ia ser um trabalho de controlo difícil e lá comecei eu o chamado broche com dentes de hoje.
Logo que iniciei as respostas dei comigo a rir á gargalhada pois uma das perguntas de primeiro destaque deste maravilhoso questionário era “Tem retrete em casa?” “Com ou sem descarga?” dei por mim logo a pensar… tenho pois e o que eu fazia bem era enviar-te numa visita aos canais de esgotos portugueses que era uma maravilha…
As perguntas sucederam-se umas atrás das outras, cada uma mais ridícula que a outra até que dei por mim a pensar quando teria de responder a perguntas como:
“Qual o número do soutien? Ou a marca de pensos higiénicos ou tampões que uso?”
Confesso que não entendo o propósito disto a não ser perder-se tempo e dinheiro com projectos inúteis em vez se direccionar o esforço para o que realmente interessa e é necessário no país.
A verdade é que perdi mais ou menos uma hora, a responder a perguntas despropositadas, com explicações idiotas que apenas me faziam perguntar a mim mesma se estaria a ler bem.
E se no final disto se fizesse realmente alguma coisa é que eu me admirava… como por exemplo criar condições para que todos possam realmente colocar a cruzinha na parte do “tem retrete e com descarga”, mas quer-me a mim parecer que vai ser mais uma medida das que eu chamo “Blá Blá Wiskas saquetas!”
Ou seja não vai dar nada… E isso mesmo é que não é surpresa nenhuma!
A sério num dia de chuva como este, depois de preencher aquela anormalidade só posso dar por mim a pensar…
“ O que faz falta é animar a malta o que faz falta…”
Vão dando música pode ser que a corda da viola arrebente de vez!

29 comentários:

TERESA SANTOS disse...

E conseguiste à primeira tentativa?

Sortuda!

Da primeira tentativa resultou NADA, ou seja, o sistema bloqueou, o contacto telefónico bloqueou, e eu...?
Bem, só não bloqueei por mero rasgo de sorte, mas que esperneei a valer, lá isso esperneei!

Hoje nova tentativa e?... helas, consegui!
Cada questão é mais idiota do que a outra, mas...

Alguém acredita que aqueles dados vão ser trabalhados? Alguém acredita que daquela anormalidade sai algum resultado prático?

Sou, sou céptica!!!!

M. disse...

Agora é que me despertaste a curiosidade...
Eu também desconfio de algumas perguntas...Estaremos perante uma enorme máquina de marketing? Sei lá, da triumph?

lol

Salvador disse...

Boa noite, Utena ))

Responder aos censos é uma questão de bom senso, por muito insensatas que sejam as perguntas.

PS- e ainda não respondi. Amanhã, talvez...))

Utena disse...

Teresa,

A primeira não deu nada mesmo, mas como boa adepta de desporto que sou fiz o chamado um dois insiste insiste e lá consegui...
Já foi... para que? Tenho duvidas muitas duvidas

Beijinhos

Utena disse...

M.
Desconfio que da triumph, da cologar e dos OB... cambada de idiotas que não sabem mais o que inventar...

Utena disse...

Salvador
Vá toca a responder e tudo direitinho... vamos saciar a curiosidade morbida que pupila neste país...
Chamemos-lhe o questionário respondido à força..
O costume

António Branco disse...

olá Utena!
a questão sobre se "tem retrete em casa" é para saber a percentagem de pessoas que a têm. hoje, em Portugal, parece uma pergunta descabida. mas há uns 50 anos, mais de metade da população portuguesa não a tinha. e, ainda hoje, mais de metade da população mundial não a tem. essa e outras questões permitem-nos saber em que "lugar da tabela da civilização" estamos... só isso.
P.S. não tenho(directamente) nada a ver com o census, com estatísticas e afins.

Utena disse...

Olá António,
Antes de mais bem vindo ao meu cantinho...
A pergunta é descabida na medida em que nada a feito para minimizar isso... não me incomoda que o façam incomoda-me que nada façam para além de perguntas de praxe porque é bonito fingir que se preocupam.
Quanto ao lugar? Enquanto velhos são abandonados em hospitais... animais largados em autoestradas e crianças maltratadas estamos nos ultimos, até pouco tempo o meu avo não tinha retrete nem por isso deixou de ser um homem maravilhosamente inteligente e civilizado.
Perguntar? Parece bem saber como estamos... quando a maior parte de quem necessita de ajuda é analfabeto parece despropositado.
Mas é a minha opinião como a sua... que agradeço e acarinho.
Namasté

António Branco disse...

olá Utena!
o facto de vir responder-te não significa que não concorde, em parte, contigo. apenas quero deixar um pouco mais de informação.
os velhos deixados nos hospitais e os animais nas autoestradas não são culpa do Estado... não é o Estado que vai mudar isso... as pessoas que o fazem é que podem ter de melhorar como pessoas... e muito... quanto ao facto de não mudar nada, nos últimos 30 anos, tivemos a maior diminuição do mundo na taxa de mortalidade infantil. e temos um dos Sistemas Nacionais de Saúde que mais facilita o acesso gratuito à saúde (mesmo que estejamos sempre a dizer mal, era o 12º em todo o mundo há poucos anos). nos EUA, um velho não poderia ser deixado na maioria dos hospitais, mesmo que necessitasse, se não tivesse pago o seguro ou se não tivesse dinheiro para o tratamento. provavelmente, morreria à porta...
Namasté.

Utena disse...

Olá de novo António,
Mais uma vez não consigo concordar contigo, não me interpretes mal eu amo de paixão o meu país e acredito nele, mas quanto ao Estado não ter quota culpa no que se passa discordo, se coimas pesadas fossem aplicadas e cumpridas as coisas mudavam. Pessoas más e incorrectas vão existir sempre mas quando se dá força a quem erra e se tira a quem tenta fazer cumprir a lei que temos a culpa parte de onde?
Mais segundo a Constituição Portuguesa, saúde e formação, são gratuitos e disponíveis para todos, no entanto temos pessoas a passar fome para os filhos serem educados, em escolas onde agora os professores são obrigados a passa-los de ano sob pena de serem prejudicados se não o fizerem.
Temos pessoas a serem chamadas para operações e consultas quando já estão mortas e se não estão, já se endividaram para se puderem tratar.
Quanto aos Estados Unidos, não vivo lá, não me pertence, não tenho de me preocupar com ele, com o governo e com as leis deles.
Não sou do grupo que faz comparações do meu país com o país dos outros.
Fico apenas revoltada de saber e de ver que tanta capacidade, temos e tão pouco a usamos.
Mas obrigada por leres e por comentares… as opiniões divergem mas só falando e dialogando podemos chegar a um meio-termo que faça este país mostrar a potencialidade que tem… que no fundo ambos sabemos ser muita.
Namasté

António Branco disse...

olá Utena.
mas eu concordo contigo.
só quis dizer que algumas (não todas) as coisas não estão apenas nas mãos do Estado, mas nas nossas.
a comparação com os EUA pode não ter sido oportuna... mas (eventualmente de um modo errado) tendemos a avaliar o que somos e fazemos por comparação. comparação com os outros ou com aquilo que éramos no passado. só isso.
acho que as pessoas não mudam intimamente com coimas. mas sou a seu favor, já que não mudam no seu íntimo são obrigadas a mudar nas suas acções.
é verdade: temos capacidades e não as usamos. no geral por má gestão... mas também não ganhamos coragem para substituir os gestores... (mea culpa também!)...
Namasté.

Utena disse...

António,
Neste caso concordamos um com o outro.
É necessário ser feito algo...
Beijinhos

Sonhadora disse...

Eu também tenho de responder mas tenho ZERO de vontade... Dei uma vista de olhos e MEU DEUS que palhaçada!!!

Utena disse...

Sonhadora,
Aquilo é um atentado à nossa inteligencia, mas o que tem de ser tem muita força.
Respira enche-te de coragem e ataca

TERESA SANTOS disse...

Utena,

Se me permites, gostaria de colocar uma questão ao António Branco.
Os idosos, residentes em "lares" que estão sob a alçada/responsabilidade da Segurança Social, leia-se ESTADO, e que são tratados da forma mais abjecta, mais indigna, mais desumana, uma forma que vai contra os tão proclamados Direitos Humanos, e que morrem aos 4 de cada vez, e que têm por cama o chão - sim, o chão! - (penso que a mioria de nós viu a reportagem), e diz que a culpa não é do Estado? É de quem?
Também da família(?), claro! A pseudo família que os deposita e esquece logo de seguida.
Estamos a falar, e repito, de "lares" já sinalizados.
E depois vem o Dr. Hermínio Martinho, com um ar compungido dizer "coisa nenhuma"?!
Não têm culpa?
Por amor de Deus!
Estes factos mostram, à exaustão, a desumanidade que campeia, de forma tansversal, na nossa sociedade.
Respeito a sua opinião, só que não a entendo.
Culpa minha, de certeza!

Utena disse...

Teresa,
Permissão concedida.
Fica ao critério do António responder ou não.
Posso no entanto dizer que nesse caso para mim a culpa é dos dois da familia e do Estado... mas mais da familia... deixou-se de dar valor à sabedoria da idade.
Beijinhos

TERESA SANTOS disse...

Utena,
Obrigada.
Claro que a família não pode, não deve ser desresponsabilizada, mas no que cabe ao Estado, as responsabilidades não podem, não devem, ser descuradas.
Beijinho.

António Branco disse...

Olá Teresa.

Perdi na caixa de comentários o que tinha escrito por 2 vezes… deve ser o Universo a dizer-me alguma coisa…

Antes de tudo, eu acho que o Estado somos todos nós. O Estado não é uma entidade abstracta culpada de todos os males e à qual atribuímos culpas para nos livrarmos de responsabilidades. Claro que essa é a minha opinião. E também é minha opinião que o facto de atribuirmos culpas a alguém nos faz ficar mais descansados… apesar de também nos impedir de fazer alguma coisa…

Trabalhei 23 anos na saúde e vi muita coisa que gostaria de não ter visto, nomeadamente nesta área. Umas vezes fiz queixa. Outras não. Umas vezes as coisas mudaram, outras não.
Se a Teresa conhece casos em que alguém está a ser maltratado, acho que deveria fazer queixa à Segurança Social, eventualmente à polícia, se a coisa for grave.
Queixar-se a mim pode não servir de muito… não que eu não fique sensibilizado com o assunto, mas porque eu não tenho poderes decisórios. Posso escrever no meu Blog ou, caso me dê dados concretos, escrever para a Segurança Social. Mas como “cidadão comum” que é o que sou… (isto não cabe...)

António Branco disse...

Quanto ao facto de não concordar com o que digo, é um direito. Mas vale a pena tentar perceber o que foi aqui dito… se calhar não me faço entender…
… eu acho que quando uma pessoa é abandonada num serviço de urgência porque os filhos querem ir de férias (apanhei centenas de doentes nestas condições), a “culpa” não é do Estado. A não ser na medida em que os filhos responsáveis pelo facto também são “Estado”… a “culpa” é dos filhos que são más pessoas… em última instância, será do Estado que não os soube educar… mas porque o Estado somos nós, a culpa é nossa…
… as “más pessoas”, o que quer que isso seja (pois há pessoas que são más em determinadas situações mas não são intrinsecamente “más”) foram criadas connosco… será que não as deveríamos também ter chamado à atenção quando, crescendo ao nosso lado, fizeram asneira atrás de asneira e nós não fizemos nada?...

As pessoas que abandonam os animais são FDP. O Estado é responsável? Se calhar em parte. Na medida em que, por exemplo, os pais lhes ofereceram um animal como se fosse um brinquedo e deixaram que a criança o tratasse como tal ao longo da vida do animal sem lhe dar a orientação que um animal não é um brinquedo… Se calhar, também na medida em que não são multadas quando os abandonam… e aí está uma coisa boa que o “Estado” decidiu: os animais agora têm de ser “chipados”. Têm de levar um chip com a identificação do dono. Mais tarde ou mais cedo, poderão apanhar-se aqueles que abandonem os animais…

Se a Teresa me disser o que não entende no que disse, diga: não que eu procure um “consenso” só pelo consenso… eu acho (se calhar mal) é que estamos a dizer a mesma coisa… eu sou contra o maltrato das pessoas. E também sou contra o maltrato dos animais… e acho que o Estado não tem toda a responsabilidade. E, mais do que tudo, que foi ai que a conversa começou, acho que faz sentido fazer a pergunta sobre a retrete no Censos…

Foi aqui dito que não temos de fazer comparações… eu percebo o sentido do que foi dito. E isso seria bom num mundo ideal. Mas não só não vivemos num mundo ideal como as fazemos todo o momento… vivemos delas… desde o número de analfabetos à taxa de juro da dívida, que só é alta porque a da Alemanha é 1/3 da nossa… as perguntas do Censos são feitas de um modo matemático, com pouca emoção, apenas para contabilizar as coisas. Para se saber se uma coisa é branca ou preta. Isso é importante? Terá a importância que lhe dermos… mas só com base nisso se pode fazer um planeamento… de apostar mais em tratamento de esgotos numa vila que tenha mais retretes e de fazer os esgotos numa vila que os não tenha… parece uma questão idiota… mas…

Na verdade, a minha conversa, que de tão longa já deve estar a ser chata, só tinha como objectivo justificar um ou outro pontos. Não em concordar ou discordar deles. Nem dos que foram abordados nem dos que o INE escolheu…

P.S. Potenciais conflitos de interesse: eu não sou o responsável pelos males da sociedade, o estado da Nação, o desemprego ou sequer pela velhice… a não ser que seja um qualquer deus encarnado em pessoa, o que duvido mas não posso negar pois não tenho meios para isso.

Utena disse...

Antes de mais nunca pensei que o meu texto levasse a tamanhos comentários e bom no entanto ver que estamos atentos.
Antes de mais deixem que diga que no blog todos eles são valorizados e todos têm valor.
Teresa:
Nada tens a agradecer minha linda sabes bem que "mi casa és su casa". Concordo com a tua opinião aliás assino em baixo!
António:
Não concordo com a tua opinião, não concordo porque vejo o estado com um grupo de pessoas, escolhidas verdade por nós, mas que se acham senhores do mundo e da verdade. Numa empresa o cargo de chefia para além de tudo serve para assumir e remendar erros.
Eles existem e são graves no nosso país e nada é feito por quem tem ferramentas para isso, que neste caso é o Estado.
Voltamos a comparações mais uma vez digo, estou-me literalmente a marimbar para a Alemanha interessa-me o futuro do meu país e dos que nele habitam.
Quanto à carta para a S. Social e aqui Teresa peço desculpa por falar no teu nome, mas tenho perfeita noção que ela não precisa da tua ajuda para isso.
O Estado está assente em erros... culpa nossa pode ser... maior culpa deles que vão para lá e esquecem-se a quem devem prestar contas.

António Branco disse...

Eu só digo mais isto:


O Estado somos nós.

Utena disse...

E eu só digo mais isto.
Esta tua necessidade de defender o Estado, nasceu contigo ou desenvolveu-se posteriormente como uma virose?

António Branco disse...

Olá Utena.

Eu sinto que faço parte de um todo. Do Estado Português...

Para tentar ver se estou errado na definição que tenho de Estado, procurei por aqui, na net.

Encontrei, num site jurídico, "Os elementos do Estado". São o território, a soberania e a população... (http://www.jurisway.org.br/v2/pergunta.asp?idmodelo=6366)

Algumas instituições do Estado não funcionam (o Governo, por exemplo, só funciona para resolver os seus próprios problemas)... mas isso não significa que o Governo seja o Estado...

Mesmo que o Estado fossem só instituições (Governo, Função Pública, Tribunais, Forças Armadas, Hospitais, Centros de Saúde...) é aqui trabalha a maioria dos portugueses... donde, nós seríamos o Estado... isso não significa que dentro do Estado não haja instituições a funcionar mal...

Bj. Eu não chateio mais.

Utena disse...

Continuo a achar António que confundes Estado com Nação... mas pronto isso deve ser a minha visão das coisas.
Fica aqui o endereço.
Volta sempre e chateia a vontade.
Bjo

Mega disse...

Depois de todas estas palavras ler creio que existe aqui um problema de conceitos e passo a explicar.
O estado somos todos nós isso sem dúvida nenhuma. Mas...
O estado é gerido pelos eleitos que por sua vez nomeiam "gestores" do estado.
daí quando se diz que o Estado não funciona ou funciona mal é apenas uma abreviatura para "os gestores do estado estão a trabalhar mal".
Desde que se faça esta pequena mas importante distinção no significado de Estado eu diria que existe razão em todos os comentários.
Beijo esclarecedor

Utena disse...

Mega,
Obrigada pelo importante contributo... esclarecedor como sempre e prespicaz :)
Sendo assim penso que no fundo falamos todos do mesmo...
E pensamos todos de forma silimar.
Beijos a sorrir

TERESA SANTOS disse...

António Branco,

Sem me querer alongar demais, apenas gostaria de esclarecer:
1) Como já lhe disse, respeito todas as opiniões, ainda que não concorde com elas;
2) Considero que o Estado Social no nosso país é inexistente não cumprindo, minimamente, as responsabilidades que lhe cabem;
3 )Sempre que tenho conhecimento de maus tratos infligidos a idosos, procedo à denúncia dos mesmos.
À Segurança Social? Não!
Penso que já todos nos apercebemos que os responsáveis da mesma não resolvem nada, tendo em conta os casos denunciados, e que são do connecimento público.
4) Em relação a muitas outras questões de desumanidade que afligem a nossa sociedade, talvez se os curricula escolares contemplassem uma verdadeira disciplina de Educação para a
Cidadania, se assim fosse, talvez as gerações futuras já vissem tudo isto com "outros olhos".

ROSINHA (tilida5ever design) disse...

Utena eu costumo ler o que tu escreves e,também,os comentários e os teus comentários aos comentários...Aqui nem sei que dizer,tanta literatura que por aqui vai...Confesso que me perdi mas eu adoro perder-me (falta de censo)!Gostei de ler o Mega pois já tinha saudades dele,continua o mesmo!
Olha eu não preenchi nada disso,alguém deve ter tratado do assunto por mim,está certamente bem tratado...Estou em boas mãos!Bjus*

Utena disse...

Tilida,
Ao atirei-me ao boi e fiz de uma vez só... confesso que não pensei que o texto levasse a esta troca de mensagens mas é bom saber que todos estamos atentos... quanto ao Mega foi é e sera sempre o mesmo :)
beijinhos