Não pode uma gaja (eu) vestir um trapinho novo que é logo comentários que se vai ouvindo. E a gaja (eu) vai inchando e acreditando que é verdade. Resultado?
Daqui a nada estou uma convencida que ninguém me atura. Ou não!
Entretanto entro nos vossos blogues que sigo com tanto carinho e não é que descubro que é dia mundial do orgasmo?
Ora então muitos, bons e intensos para todos vocês, já que verdade seja dita que muita má disposição que por aí anda é por falta de qualidade é!
Enfim adiante...
BTW?
Bom Agosto já está aí à espreita... oh ele ali!
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Smile
Porque já há muito que não me sentia assim.
Porque as vezes é fácil ver o copo meio cheio.
E porque hoje acordei feliz.
Boa semana e muitos sorrisos.
Namasté
domingo, 29 de julho de 2012
No sonho
Vamos neste Inverno trabalhar com uma marca nova, por isso para as clientes começarem a familiarizarem-se com a marca o fornecedor foi gentil a ponto de colocar peças na loja sem compromisso para serem conhecidas.
Por isso hoje pelo sonho andei entretida nisto:
Falava de uma peça que gostava de ter no meu guarda-roupa, descobri-a no meio das peças desse fornecedor que fez a gentileza de me oferecer.
Vejam lá se não é o máximo e se não fica um must aqui na Utena Maria.
Agora vou-me deixar de ser cagona que isto não é um blog para isso...
Namasté
Por isso hoje pelo sonho andei entretida nisto:
e nisto
Entretanto lembram-se deste meu post Adoro?Falava de uma peça que gostava de ter no meu guarda-roupa, descobri-a no meio das peças desse fornecedor que fez a gentileza de me oferecer.
Vejam lá se não é o máximo e se não fica um must aqui na Utena Maria.
Agora vou-me deixar de ser cagona que isto não é um blog para isso...
Namasté
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Querem saber um segredo?
Vou dividir um segredo com vocês!
Prontos?
Aproximem então esse ouvido do monitor... já esta? Não? Então vá upa! Já? OK!
A beleza de qualquer ser esta em saber sobressair os pequenos "quês" que nos fazem especiais. Todos temos basta saber descobrir!
Posto isto deixem que vos diga isto:
Rabo flácido+celulite em último grau+tanga ou fio dental não combinam.
Não é apenas ridículo deveria ser considerado poluição visual.
E pronto já desabafei, já me sinto melhor e já posso desfazer este sorriso maléfico da minha cara.
E pronto já desabafei, já me sinto melhor e já posso desfazer este sorriso maléfico da minha cara.
Dia de...
De mimos, partilhas, gargalhas.
Um dia nosso que me soube muito bem, e agora observando o teu sono só me apetece dizer:
Obrigada por seres minha mãe!
terça-feira, 24 de julho de 2012
Vamos à praia?
Nunca fui
uma moça egoísta, mesmo sendo filha única, sempre encontrei em mim a capacidade
de dividir o que é meu com um sorriso no rosto.
No entanto,
e pelo que leem por aqui já se devem ter apercebido, em relação à praia eu sou
um pouco possessiva. Gosto da praia só para mim sem confusões, barulhos ou
ajuntamentos.
E eu gosto
de praia, dispenso bem a piscina (com excepção talvez da Oceânica) porque gosto
de tudo, desde do cheiro, ao toque da areia, ao sabor salgado que fica na pele
e se acumula nas pestanas.
No entanto, não tendo férias mais uma vez este
ano, vou tirando umas horas sempre que posso, para relaxar numa toalha entre os
raios de um dia de sol, e por isso mesmo não posso ser selectiva em horários ou
dias da semana.
Como sou uma
observadora por natureza e um pouco criticadora (AKA sarcástica) não consigo
deixar de me questionar com certas coisas que vejo e que não consigo
compreender.
Por isso
hoje resolvi deixar aqui o top das minhas dúvidas existenciais em relação aos
et’s que passam pela praia e respectivas observações, pode ser que exista da
vossa parte uma qualquer luz que me indique o motivo de tal acontecer. Ou não!
Cá vai:
1º Porque raio,
entram na água alminhas com óculos de sol?
Será pelo
estilo alternativo, para darem uma de Pedro Abrunhosa num qualquer alternativo sermão
aos peixes, para se verem mais bronzeados ou pura e simplesmente anormalidade
natural, não sei. Sei que é ridículo e que apenas me dá vontade de os enviar em
qualquer sítio onde o sol não entra a ver se passam a ver melhor.
2º A mania
que existe de se levarem pulseiras, brincos, anéis e mais umas quantas quinquilharias
para o areal?
Para além de
deixarem marcas inestéticas, acabam muitas vezes por se perder e como diz Tyra
Banks “less is more”. E sinceramente não entendo porque num local de
simplicidade e desnudo exista quem acha que deve ir mascarada de árvore de
natal.
3º A
incapacidade de controlar o tom de voz.
Seja ela
porque esta a mãe a berrar com os filhos (que não adianta de nada), seja porque
um qualquer idiota faz questão de o fazer para o telefone bradando o montante
de negócios que fez naquele ano e o valor que ganhou enquanto lança olhares dissimulados
para ver quem o esta a ouvir, nunca entendi este pessoal que faz questão de
publicitar a sua vida. Mas como em tudo a publicidade é meio caminho andando
para se vender algo por isso…
4º O estar
na praia e reclamar que esta muita areia.
WTF? Queriam
o quê? Que se alcatroasse a área? Que se molhasse a zona para não incomodar
Vossas Excias ou que se peça ao vento para soprar baixinho para não sujar quem
esta deitado em cima dela? Juro não entendo.
5º Os pais
passarem a vida a gritar com os filhos.
Ou porque
correm, ou porque se sujam de areia, ou porque querem ir ao banho, ou porque
falam, ou porque riem, ou porque querem brincar.
A sério eu
não tenho filhos e certas crianças tendem a ter o condão de me irritar, mas a
praia serve para as crianças se divertirem e terem momentos de lazer e deleite
com os pais, parem de os querer controlar.
Por um lado
fazem o trabalho mal feito, pois não vejo em quase nenhum respeito por ordens
por outro perdem momentos deliciosos de brincadeira com os vossos filhos que
não vão recuperar jamais.
Infância é
isso mesmo, è chegar cagados a casa e exaustos, adormecer no carro e fazer
birra para tomar banho quando chegamos a casa, é rir muito, não é computadores
e Centros Comerciais. Sim eu sei que se chega a casa cansados e se quer um
pouco de paz, mas eles não pediram para nascer por isso façam da sua infância única.
E poderia
continuar com inúmeras mais coisas e sei que muitos se vão questionar se eu
tenho a mania que sou a maior e que se calhar faço pior figura.
Nunca se
sabe se não faço, mas não faço as de cima que digamos são um pouco ou muito
estranhas.
E mesmo
aqueles que agora neste momento estão a pensar que todos temos de ter liberdade
de acção lembrem-se que a liberdade de uns acaba quando começa a dos outros e
no entretanto se conseguirem iluminem-me e expliquem-me porque raio acontece
recorrentemente as situações acima descritas porque eu adoraria entender… mania
de querer entender a psique humana dá nisto.
Namasté
PS: Já agora
que passa uma boa hora da meia-noite parabéns mãe, amanha o dia é só nosso.
sábado, 21 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Neste dia dedicado à amizade
Os meus virtuais mas sempre presentes amigos do Farol chamado amizade dedicaram este miminho.
Adoro mimos e este soube muito bem
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Guardaram as armas, calaram-se as vontades!
Dou por mim
repetidas vezes a pensar que algo tem de estar mal neste mundo, não sei porque
talvez seja a idade que me faz olhar para o que me rodeia de uma forma diferente
mas a verdade é que algo não assenta bem hoje em dia.
As pessoas
estão amorfas, derrotadas. Com aquele ar que me irrita solenemente de aceitação
total de tudo como se nada se pudesse fazer para mudar as coisas.
Vivemos por
ciclos entre o bum da vitória e o pum da derrota e no meio dou por mim a
encarar com o “deixa lá” do conformismo bacoco de se saber que não estando as
coisas nas nossas mãos o melhor é não nos chatearmos com nada e deixarmos andar,
vivendo no limiar do que não se pode ter, sonhando com o que se teve,
desistindo do que se deveria conseguir.
As desgraças
encaram-se com o sentimento de aceitação, as vitórias com descrença e as faltas
de vergonha na cara com ironia. E mesmo essa ironia é uma ironia salobre, fraca
e tímida que nos faz esfoçar pequenos esgares de sorriso que mais parecem uma contração
muscular mal controlada.
Com a idade
fui-me cansando das lutas, dos meus ataques intempestivos que muitos aprendem a
conhecer e poucos foram corajosos o suficiente para os aguentar, hoje adquiri um
lado mais sarcasticamente “cabreiro”, eu sei que o sarcasmo é um dom que se vai
adquirindo com a idade, com os pontapés no cú que vamos levando, mas
sinceramente será possível que em tão pouco tempo as pessoas passaram de
lutadoras a massa uniforme de cobardes?
O que eu
vejo são carneiros, bem comportados e fofos carneiros que se deixam seguir
obedientemente para o matadouro. Por medo, por cansaço, por conformismo, pelo
que for mas mesmo assim carneirinhos que se lamentam mas que nada fazem para
mudar o destino.
Destino! Uma
palavra tão tipicamente Portuguesa como saudade.
Tenho tantas
saudades de quando existia quem mandava o pré-definido destino bardamerda e o
agarrava com as mãos e eram tantos que o faziam. Onde andam?
Que é feito
dos lutadores de causas justas que iam a luta sem temer as facadas nas costas,
os acidentes de percurso?
Medo! Esta
deveria ser a palavra mais portuguesa por agora.
Medo de
perder o emprego e por isso se aceita barbaridades que se dizem e se fazem sem
ripostar, sem se defender!
Medo de não
ter dinheiro para sobreviver e por isso se mantém uma vida nula e triste.
Cinzenta, desprovida de cor.
Medo de
estar sozinho/a e por isso aceita uma relação que não leva a nada, nem evolui
em nada, apenas porque sim.
Cultamente,
incultos que sentem a necessidade de acreditam em tudo o que ouvem desde de que
lhes traga a ilusão de uma luz ao fundo do túnel mesmo que essa luz seja o
sinal luminoso da queda de um precipício.
È preciso
que voltem os princípios, as lutas pelo que se acha certo. Nem que no fim tudo
arda, vidas se percam, ilusões se acabem.
Questiono-me
no entanto se o maior receio não será mesmo esse?
O medo que a
ilusão acabe mesmo que seja uma ilusão medíocre de um controle que não existe
de uma vida que já não vale a pena ser vivida.
Namasté
terça-feira, 17 de julho de 2012
Porque
Continuas a ser o melhor dos amantes, o mais fiel dos confidentes e o refrescante abraço que recebi.
Porque me isolas do mundo, me limpas a alma e me deixas fresca, segura e igual a mim mesma.
Porque adoro sentir-te deslizar pelo meu corpo deixando traços de marcas salgadas como se passasses a língua pelo meu corpo.
Porque adoro a forma como me sussurras ao ouvido quando me deixas no limbo do inconsciente enquanto sinto o toque quente do sol e secar os teus beijos.
Por isso tudo e porque me soubeste a tão pouco ontem... vou ter contigo hoje outra vez para que me envolvas no teu regaço.
Esperas por mim?
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Vou ali...
... trabalhar para o bronze que também mereço um dia de calor como este.
Só saio de lá quando escurecer.
domingo, 15 de julho de 2012
Coloquemos no Idealismos uma bola vermelha.
Invade-me a vida, inunda-me a alma, tira-me o fôlego. Esquece as palavras que dissemos e os termos que decidimos. Por uma vez na vida vai contra o que achas certo, o que eu te dei como decidido.
Quero sentir na minha pele o toque da tua, na minha boca o gosto da tua, no meu corpo a invasão do teu.
Tenho saudades das gargalhadas que trocamos, entre horas sem palavras apenas inundados entre suspiros cansados e olhares cúmplices.
Quero fechar os olhos e sentir como a tua barba de dias me arranha a pele, sentir como me beijas o corpo e me arrebatas os sentidos deixando exausta, morna, dormente.
Hoje quero ser eu a tocar o teu corpo e sentir como reages a cada passagem de dedos, a cada toque de língua. Deixo-te a janela aberta, entra a vontade e vem sentir no escuro a beleza que se pode ter na entrega total.
Hoje quero ter o poder de decidir quando vens e quando te vais embora... porque esta noite quem manda nos meus sonhos sou eu e não me apetece acordar.
Vês as velas acesas iluminando os teus passos até à minha cama? Já alguma vez te despiram os sentidos enquanto te queimavam a pele e te marcavam a alma?
Hoje és só meu. Prepara-te!
(Apeteceu-me deixar a imaginação falar, estão de volta os contos... ou os textos loucos de lua cheia, mesmo quando ela não o esta)
Quero sentir na minha pele o toque da tua, na minha boca o gosto da tua, no meu corpo a invasão do teu.
Tenho saudades das gargalhadas que trocamos, entre horas sem palavras apenas inundados entre suspiros cansados e olhares cúmplices.
Quero fechar os olhos e sentir como a tua barba de dias me arranha a pele, sentir como me beijas o corpo e me arrebatas os sentidos deixando exausta, morna, dormente.
Hoje quero ser eu a tocar o teu corpo e sentir como reages a cada passagem de dedos, a cada toque de língua. Deixo-te a janela aberta, entra a vontade e vem sentir no escuro a beleza que se pode ter na entrega total.
Hoje quero ter o poder de decidir quando vens e quando te vais embora... porque esta noite quem manda nos meus sonhos sou eu e não me apetece acordar.
Vês as velas acesas iluminando os teus passos até à minha cama? Já alguma vez te despiram os sentidos enquanto te queimavam a pele e te marcavam a alma?
Hoje és só meu. Prepara-te!
(Apeteceu-me deixar a imaginação falar, estão de volta os contos... ou os textos loucos de lua cheia, mesmo quando ela não o esta)
sábado, 14 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A falta que eu sinto...
Daquelas alturas em que um simples olhar me faz pele de galinha, me tira o fôlego e me deixa com vontade de me perder do mundo.
terça-feira, 10 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Voltei e indago-me!
Tenho andado ausente é um facto, quando me sinto mais cansada torno-me um pouco alheia ao mundo que me rodeia, quase como se o Tico e o Teco por alguns segundos parecem a roda e sossegassem para me dar um tempo de folga.
Por um lado é bom já que permite recuperar o espírito (tenho a sorte de ter mental e fisicamente uma capacidade regenerativa acima da média), por outro é mau já que muitas vezes fico tão alienada do mundo que já me perguntaram se andava a medicamentos. Enfim, adiante!
Um dos sinais que tenho que retorno ao meu "eu" é quando começo a captar conversas alheias de pessoas, mesmo quando estou a levar a cabo um trabalho ou uma conversa com outra pessoa, e enquanto mantenho o diálogo vou gravando e fazendo subconsciente o meu comentário ao que vejo, sinto e ouço. Não é coscuvilhice acreditem, mas algo que está tão entranhado em mim que quando me esforço para não acontecer fico com o ar do Brad Pitt no filme os "12 macacos" (acho que é esse o titulo), ou seja fico com o ar xanfrado de quem fugiu do manicómio e veste uma farda que não lhe pertence.
Hoje a conversa que captei era sobre uma relação, que ainda não era relação, mas que tinha pernas para andar. Confusos? Também eu!
Resumindo?
Uma das senhoras, teria iniciado "conversações" com um cavalheiro para o inicio de algo que poderia ser bom, mas que ainda não haveria certeza se o seria,e pedia conselhos a amigas, se estaria a ver coisas, se achavam que deveria arriscar.
O engraçado nisto foi quando diz que nesta relação iria ter uma atitude de homem, ou seja, o deixa rolar e ver o que dá!
Não pude deixar de dar por mim a sorrir e a pensar que muitas vezes o principal problema de uma relação é começar assim mesmo. Quando nós tentamos ser o que não somos!
Verdade que somos aquilo que vamos vivendo, sofrendo, rindo, amando. Somos como uma argila nas mãos de uma criança que vai moldando conforme vai evoluindo em moldes diferentes, mas no fundo sempre parecidos entre si! Mas se pensarmos bem, nunca deixamos de ser a argila com que ela começou. Apenas mudamos de forma.
Hoje em dia as pessoas têm medo de mais de ficar sozinhas, (a solidão é a verdadeira doença do Séc. XXI) e por isso mudam a sua essência para se adaptarem a algo que não sabem se será o que realmente querem e precisam.
Tudo é vivido ao limite, na ânsia de resultar, de ser o tal, de ter companhia. Na vontade quase dúbia de não ser a que está sozinha, porque neste mundo em que vivemos infelizmente tudo é tido em consideração por uma comparação estúpida do vizinho.
Se estamos sozinhas, somos frias.
Se temos alguém, invejadas.
Se temos mais que um... enfim é melhor nem entrar por aí!
Montamos a máscara de manhã, farda imposta de uma sociedade onde cada vez mais a diferença é tida não como algo bom mas como algo a ser evitado.
Não somos ilhas, esse é um facto assumido por todos os que estudam as relações humanas, mas ligarmos uma ponte entre duas almas apenas porque necessitamos de uma companhia não é só errado, é estúpido, porque no rescaldo sofre duas pessoas e todas as outras que acabam por se envolver com o novo par.
Ser capaz de olhar ao espelho e ver o que somos, quem somos e na realidade o que queremos não será meio caminho andando para encontrar quem nos complemente?
E se não encontrarmos não será mais fácil relacionarmos-nos com quem nos atenue os momentos de solidão que nos assolam nas piores alturas?
Teremos mesmo que mudar a nossa mentalidade? Começar a pensar à "homem" para ser feliz?
Questiono-me e indago-me onde estará o bug na mentalidade de quem me rodeia, quando necessitam de ser o que não são para viver o que não sabem ao certo que querem tudo para puderem mostrar o que na realidade não têm?
Alguém me consegue responder?
Namasté!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
...
A menina Utena Maria anda cansada, sem inspiração... mas espera recuperar a força até domingo (inclusive)
Até lá prometo visitar os vossos cantinhos amanhã já que não passei por lá hoje e não vos perder por aqui.
Namasté
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Uma boa surpresa
Confesso que a primeira vez que a ouvi não sabia que era dele.
Depois é fácil de se aperceber a sonoridade do sotaque quando sabemos quem é.
Gosto bastante, não é tão comercial como se espera de quem ganha estes concursos.
Mas antes de bom gosto e com uma letra bastante inteligente.
Que acham?
terça-feira, 3 de julho de 2012
Keep on moving
Porque hoje é um novo dia!
Porque no fundo eu volto sempre com mais força ainda!
Porque conquistas são feitas com suor, lágrimas e sangue!
E porque desistir é o lema dos fracos!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Apenas hoje
Podia-me dar para elevar as mãos aos céus e gritar perguntas inúteis de porquês desnecessários que apenas me levariam ainda mais ao estado de exaustão em que me encontro.
Aprendi se não a aceitar tudo como fado do destino a não me revelar contra ele desgastando o pouco da energia que poucas horas de sono me vai dando.
Confesso-me aqui cansada fisicamente e exausta mentalmente, confesso que nem eu sei bem, que força, me faz ter coragem de me levantar pela manha e aplicar o meu melhor sorriso 27 para iniciar um novo dia.
Vem-me inevitavelmente à mente as frases chavão do costume:
"Depois da tormenta vem a bonança", "Não há mal que sempre dure", mas neste momento é mesmo a frases de 5ª categoria que me soa.
A lei de Murphy é de facto uma lei f@dida que me faz ter vontade de ir ao tempo de quem a criou e fazer com que parisse um porco-espinho a ver se ainda tinha vontade de escrever sobre ela.
Mas a vida é mesmo esta roleta russa de emoções, onde nunca sabemos onde esta a put@ da bala mas que nos faz rodar o carregador com um sorriso fatídico nos lábios, convicto que com certas coisas nem vale a pena lutar.
Existe tanta gente pior que eu, sei bem disso, mas a verdade é que queria que por uns momentos desviassem a atenção de mim e fossem coçar os tomates a outro qualquer, porque por mais "boa" que seja ando um bocadinho farta desta atenção masoquista que alguém me resolveu brindar.
A minha avó esta internada e ninguém ainda me conseguiu explicar bem o motivo disso, mas dói ver aquela mulher de 82 anos que sempre conheci de faces rosadas e enxada na mão, limitada a uma cadeira e a uma cama.
E embora esteja com um ar nada adoentado a verdade é que com esta idade e quando se entra num hospital cura-se uma coisa mas sai-se de lá com quinhentas invenções novas.
Quero-a em casa, do meu lado, ao pé de mim que trato dela melhor que qualquer médico, enfermeiro ou auxiliar, e depois quando caio em mim, agradeço o carinho que essas mesmas pessoas desprendem no seu tratamento.
E se me irrita o snobismo dos médicos, donos e senhores da verdade, principalmente os estrangeiros que pouco falam a nossa língua mas que se sentem no direito de julgar o que não sabem, gostava de saber onde param os nossos médicos que tantas pestanas queimam nos seus anos de estudo, por outro tenho uma profunda admiração pelos enfermeiros e enfermeiras que se têm cruzado comigo nestes já quase 3 anos de overdose hospitalar.
Foram da mais profunda ternura quando o meu pai esteve em coma depois de ter sido operado ao coração, preocupando-se comigo e com a minha mãe da mesma forma quase como se preocupavam com o paciente que tinha deitado inanimado à sua responsabilidade. São agora com a minha avó quase como se netos emprestados, torna-se comovente aliás observar a forma como falam e actuam.
Prova-se a minha teoria que em todas as profissões mais que as notas, deveria prevalecer a vocação para a coisa, já que por mais 20 que se tirem num teste nada cobre o sorriso ou o carinho da hora certa.
Quero uns minutos de paz, acordar de manhã e não pensar de sobrolho carregado o que será que me reserva o dia, mas suspirar desejosa por saber o que me trará de bom esse dia... já não sei o que é dormir sossegada ou acordar descansada.
Dói-me a cabeça de uma forma assustadora, mas já nem lágrimas tenho para lamentar o meu desassossego e hoje quero ser egoísta e lamentar-me. Só hoje!
Tenho direito a isso não tenho?
Namasté
Aprendi se não a aceitar tudo como fado do destino a não me revelar contra ele desgastando o pouco da energia que poucas horas de sono me vai dando.
Confesso-me aqui cansada fisicamente e exausta mentalmente, confesso que nem eu sei bem, que força, me faz ter coragem de me levantar pela manha e aplicar o meu melhor sorriso 27 para iniciar um novo dia.
Vem-me inevitavelmente à mente as frases chavão do costume:
"Depois da tormenta vem a bonança", "Não há mal que sempre dure", mas neste momento é mesmo a frases de 5ª categoria que me soa.
A lei de Murphy é de facto uma lei f@dida que me faz ter vontade de ir ao tempo de quem a criou e fazer com que parisse um porco-espinho a ver se ainda tinha vontade de escrever sobre ela.
Mas a vida é mesmo esta roleta russa de emoções, onde nunca sabemos onde esta a put@ da bala mas que nos faz rodar o carregador com um sorriso fatídico nos lábios, convicto que com certas coisas nem vale a pena lutar.
Existe tanta gente pior que eu, sei bem disso, mas a verdade é que queria que por uns momentos desviassem a atenção de mim e fossem coçar os tomates a outro qualquer, porque por mais "boa" que seja ando um bocadinho farta desta atenção masoquista que alguém me resolveu brindar.
A minha avó esta internada e ninguém ainda me conseguiu explicar bem o motivo disso, mas dói ver aquela mulher de 82 anos que sempre conheci de faces rosadas e enxada na mão, limitada a uma cadeira e a uma cama.
E embora esteja com um ar nada adoentado a verdade é que com esta idade e quando se entra num hospital cura-se uma coisa mas sai-se de lá com quinhentas invenções novas.
Quero-a em casa, do meu lado, ao pé de mim que trato dela melhor que qualquer médico, enfermeiro ou auxiliar, e depois quando caio em mim, agradeço o carinho que essas mesmas pessoas desprendem no seu tratamento.
E se me irrita o snobismo dos médicos, donos e senhores da verdade, principalmente os estrangeiros que pouco falam a nossa língua mas que se sentem no direito de julgar o que não sabem, gostava de saber onde param os nossos médicos que tantas pestanas queimam nos seus anos de estudo, por outro tenho uma profunda admiração pelos enfermeiros e enfermeiras que se têm cruzado comigo nestes já quase 3 anos de overdose hospitalar.
Foram da mais profunda ternura quando o meu pai esteve em coma depois de ter sido operado ao coração, preocupando-se comigo e com a minha mãe da mesma forma quase como se preocupavam com o paciente que tinha deitado inanimado à sua responsabilidade. São agora com a minha avó quase como se netos emprestados, torna-se comovente aliás observar a forma como falam e actuam.
Prova-se a minha teoria que em todas as profissões mais que as notas, deveria prevalecer a vocação para a coisa, já que por mais 20 que se tirem num teste nada cobre o sorriso ou o carinho da hora certa.
Quero uns minutos de paz, acordar de manhã e não pensar de sobrolho carregado o que será que me reserva o dia, mas suspirar desejosa por saber o que me trará de bom esse dia... já não sei o que é dormir sossegada ou acordar descansada.
Dói-me a cabeça de uma forma assustadora, mas já nem lágrimas tenho para lamentar o meu desassossego e hoje quero ser egoísta e lamentar-me. Só hoje!
Tenho direito a isso não tenho?
Namasté
domingo, 1 de julho de 2012
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